Uma ocorrência de violência doméstica mobilizou a Polícia Militar na noite de sexta-feira (10), em Kaloré. Três pessoas ficaram feridas após um ataque ocorrido em um bar localizado na Rua Castro Alves, na região central da cidade. O principal suspeito é o ex-marido de uma das vítimas, que fugiu antes da chegada da equipe policial.
De acordo com a Polícia Militar, os policiais foram acionados para atender uma ocorrência de lesão corporal. No local, encontraram duas irmãs com ferimentos aparentes pelo corpo e na cabeça. As vítimas receberam os primeiros atendimentos e foram encaminhadas para uma unidade de saúde.
Em relato aos policiais, uma das mulheres informou que estava no estabelecimento acompanhada da irmã e de um homem quando o ex-companheiro passou em frente ao bar dirigindo um veículo e teria feito a ameaça: “Você não tem medo mesmo!”. Pouco depois, ele retornou ao local e iniciou as agressões.
Segundo o boletim, o suspeito tomou o celular da ex-companheira e passou a golpeá-la diversas vezes com um pedaço de madeira, concentrando os ataques principalmente na cabeça, enquanto afirmava repetidamente que iria matá-la.
Ao tentar defender a irmã, a segunda mulher também foi atingida com o mesmo objeto, sofrendo lesões na cabeça e em outras partes do corpo.
Um terceiro envolvido, que estava no local, também acabou sendo agredido com socos na cabeça. Conforme o registro policial, o suspeito o acusava de manter um relacionamento com a ex-companheira.
Após o ataque, as vítimas foram encaminhadas para atendimento médico. A mulher apontada como alvo principal das agressões permaneceu internada em observação devido aos ferimentos na cabeça. Já o homem foi transferido para o Hospital da Providência, em Apucarana, para a realização de exames complementares em razão da gravidade das lesões. A irmã recebeu atendimento médico e foi liberada após avaliação.
A Polícia Militar realizou buscas pela região na tentativa de localizar o suspeito, porém ele não foi encontrado. As vítimas foram orientadas sobre os procedimentos legais, e o caso foi registrado em boletim de ocorrência, devendo ser investigado pelas autoridades competentes.











