Professor e economista Jandaiense lança livro sobre Finanças

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O Jandaiense Cândido Lourençon, Professor, Mestre em Engenharia de Produção, Economista, Contador, Teólogo e Comentarista econômico/político das Rádios Jandaia AM e FM acaba de lançar um livro com o título Um pouco de Cultura Financeira.

Trata-se de uma obra onde é abordado de forma simples e prática, alguns conceitos e normas que regem este complexo mercado financeiro em que todos estão inseridos, como profissionais ou meros partícipes.

Destina-se a acadêmicos, profissionais e a qualquer interessado em conhecer um pouco do funcionamento do mercado financeiro, seus segmentos e produtos. Procurou-se retratar de forma simples, evitando palavras, termos e expressões “rebuscadas”, que tornam mais difíceis e complexos os entendimentos por parte do leigo, os principais instrumentos de que as autoridades governamentais se utilizam para a implantação de suas políticas, visando alcançar o desenvolvimento e o bem-estar da sociedade.

 

Entrevista:

JO –  Como se deu a ideia de publicar sua obra Um pouco de cultura financeira, e de que forma sua experiência profissional e de vida lhe influenciou na escrita?

A decisão de publicar este livro se deu após solicitações de amigos e de alunos para os quais ministrei durante muitos anos, aulas em cursos de pós-graduação da disciplina de Cultura Financeira e Bancos, que reclamavam da escassez de literatura sobre o tema.

Tenho uma grande vivência profissional. Comecei bem cedo, pois já aos 12 anos era funcionário de uma instituição bancária e aos 19 anos exercia o principal cargo em uma entidade pública municipal.

Não consultei o Guinness, mas, se não fui o mais novo, estou entre eles, como mais jovem professor de ensino superior no Brasil, contratado aos 21 anos por uma Universidade Estadual do Paraná. Isso tudo tombem serviu de motivação e inspiração, objetivando dar mais uma contribuição pessoal ao universo acadêmico e profissional.

JO –   A família e os amigos lhe apoiam nesta empreitada?

Uma vida sem família é uma vida cinzenta, sem cor.  Ela é nosso porto seguro. Os amigos são a família que nos permitiram escolher. Assim, o apoio que deles recebi, foram fatores determinantes para me motivaram a escrever este livro.

JO – Qual o objetivo de sua obra e sua importância para o universo literário ou para o assunto que aborda?

O principal objetivo é propiciar aos profissionais, independentemente da área em que atuam, informações sobre a estrutura e funcionamento deste complexo mercado financeiro em que todos estamos inseridos.

Possibilitará ao leitor conhecer a diversidade de produtos bancários e financeiros que são fornecidos pelo mercado, o que o habilitará na escolha das melhores opções de investimentos, desde os mais tradicionais, como a poupança, RDB/CDB, fundos de investimentos, até os mais sofisticados, como as criptomoedas, ETFs, aplicações em ouro, dólar e investimentos no exterior

O leitor encontrará, ainda, um capítulo que trata dos principais conceitos e informações sobre o funcionamento da economia, sem “economês”, desde as políticas econômicas adotadas pelos governos bem como a parafernália de índices de preços utilizados para mensurar as variações de preços (inflação), cuja literatura, no Brasil, não é das mais abundantes, a formação das taxas de juros, e ainda os principais conceitos de agregados macroeconômicos.

JO – Como está sendo a experiência e o maior desafio de ser escritor?

É uma experiência diferente das já vivenciadas em toda a minha vida acadêmica e profissional. O maior desafio foi estar diante de um folha em branco, decidir o que escrever e, responder a cruel dúvida se isso seria ou não útil para o universo literário.

JO – Como você enxerga a questão da leitura e do consumo de livros hoje no Brasil?

A leitura envolve inspiração, fantasia e imaginação, que ajudam a entender o mundo ao nosso redor e a nós mesmos.

O brasileiro lê, em média, 5 livros por ano, sendo aproximadamente 2,4 livros lidos apenas em parte e, 2,5, inteiros. Muito pouco, quando comparamos, por exemplo, com os franceses, que leem em média 21 livros A comparação com o hábito de leitura no Brasil é inquietante, pois somente 52% dos brasileiros são leitores.

Uma pesquisa divulgada pela Federação do Comércio (Fecomércio) do Rio de Janeiro mostrou que 70% dos brasileiros não leram um livro sequer em 2014. Pela nossa cultura somos mais oral do que textual. Temos a cultura da oralidade muito mais forte do que a cultura letrada, como há na Europa.

Somente uma mudança radical dos currículos podem fazer com que as gerações futuras mudem essas taxas. Não vejo alternativa se não houver uma ação efetiva do Estado.

JO – Você pretende seguir publicando mais livros? E quais assuntos que gostaria de abordar futuramente?

Sim, pretendo. Estou gestando um livro sobre economia. A maior dificuldade será escrever um livro sobre economia sem o economês, que é a caixa de ferramentas do economista. Traduzir o economês para o português será o grande desafio. 

JO – Como você espera que os leitores interpretem sua obra?

Espero que, nestes tempos de empregabilidade, os ajudem na construção ou consolidação de uma carreira, pois as competências e o conhecimento são fatores determinantes de sobrevivência neste mercado competitivo, onde só permanecem aqueles que mudam.

JO – Como adquirir sua obra Um pouco de Cultura financeira?

A obra foi publicada em dois formatos. E-book, que é um livro digital e permite apenas a leitura e no formato físico.

 

– Para adquirir no formato e-book no link:

https://www.bookbec.com.br/online-store/Um-pouco-de-cultura-financeira-p382992164

– Para aquisição do livro físico, em um dos links abaixo:

 

Links:

https://loja.umlivro.com.br/um-pouco-de-cultura-financeira–5947799/p

https://www.amazon.com.br/pouco-cultura-financeira-C%C3%A2ndido-Louren%C3%A7on/dp/6555011807/ref=sr_1_2?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=becalete&qid=1629667088&sr=8-2

https://www.casasbahia.com.br/livros/EconomiaGlobalizacao/Brasileira/um-pouco-de-cultura-financeira-1519698619.html?IdSku=1519698619

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